sábado, 31 de março de 2012

O Poder da Cultura Maya

Centro astronomico Uaxactun Peten- Guatemala


    A civilização Maya foi a cultura pré-hispânica mais preciosa da América Central. 

    
    Um resultado de investigações feitas pelos especialistas é que o fundador da dinastia Maya, Yax Kuk Mo foi de Tikal, na Guatemala.  

    Baseado no tempo cíclico e na sua capacidade mediúnica um sacerdote denominado Shalan Balan escreveu profecias em um documento conhecido como Códex que segundo 
o arqueólogo epigrafista Dr. Oswaldo Chinchilla Mazariegos, apresentam  informações-chave de cunho inesgotável.



Sacerdotes Maias: Fonte resumendehistoria




    Atualmente, restam apenas quatro destes documentos: Códex Dresden, Códex Tro-Cortesiano, Códex Grolier e Códex Paris ou Peresiano. 

    Conforme consta devido a natureza não- católica destes documentos,  em 1531, um frade de Yucatán, Diego de Landa queimou a maioria destes códigos. Consta que ele arrependeu-se mais tarde deste ato que ocasionou um atraso no entendimento da cultura Maya.

Fragmento do Códex de Dresden. Fonte: Historia do Mundo. 




 O Calendário Maya e o ano de 2012

    Pouco já se traduziu e compreendeu destes códigos, contudo podemos afirmar que a profecia Maia original difere muito destas profecias de fim de mundo alardeadas na mídia em geral. 

    Os códices eram mais uma documentação da vida do povo maia e nada tinha haver com profecias catastróficas. Sabe-se que o Calendário Maya era sofisticado e o mais complexo dos demais sistemas mesoamericanos da época.




Fonte: Cultura Maya


     Os maias representavam um ano solar com 365 dias, um ano bissexto de 366 dias e um ano venusiano de 260 dias.


    Os Códices eram dedicados ao registro do  culto aos deuses, principalmente Kukulkan que personificava a vida eterna. Também, representava o calendário cíclico, que termina em Dezembro de 2012, sem mais registros.

      Os Maias na sua época viveram um momento semelhante ao momento que vivemos atualmente, talvez por isso alguns se apeguem a ideia de estarmos vivendo o mesmo fenômeno de extinção. 



Sitio Arqueológico de Chichen Itza, México. Fonte:  Culturamaya

     Conforme os pesquisadores a explosão populacional fez com eles exagerassem no uso  de seus recursos naturais e o seu ecossistema entrou em colapso levando o povo a se dispersar e migrar para outros lugares, tornando suas cidades empobrecidas e abandonadas. 

     Então, tudo isso que ouvimos ou lemos sobre o final do mundo segundo os maias não passa de folclore e especulação; uma mentira moderna a serviço do cinema de entretenimento.

     Claro que não precisamos ser profetas ou profetisas para perceber que a Mãe Terra anda bem esgotada e estressada com tanta ganancia e exploração de seus recursos naturais.

    E certamente esta mudança deste estado de exploração  para um outro mais sustentável pede uma modificação dos paradigmas  e diretrizes humanas, principalmente os nossos governantes precisam mudar o foco arraigado no Poder.


     Ha milhões de caminhos a serem trilhados, contudo apenas dois decidem o nosso atraso ou o nosso avanço: O caminho do Amor e o caminho do Poder!


     Os que escolherem o caminho do Poder nunca trilharão o caminho do Amor, agora quem trilha o caminho do Amor naturalmente trilhará o caminho do Poder, pois no Amor esta contido todos os demais caminhos e poderes. O amor flui por tudo e em tudo, inesgotável.


      Então, voltando a Cultura Maya, tudo o que as profecias indicam em seus códices perpassa por esta mudança de paradigma, pois quem as fez foi um sacerdote dotado de mediunidade e conhecimento astrológico avançado. 


      E , na minha opinião, o único fim do mundo que testemunharemos  já viemos tesmunhando desdo o inicio da década de 80, com a queda, por exemplo, do Muro de Berlim que simboliza a destruição de padrões mentais separatistas  e obsoletos que restringiam a nossa dignidade e humanidade como um todo.


    Conforme, as profecias maya tudo que for centrado no medo e em julgamentos quanto ao bem e ao mal, também vão mudar. 


   
           
"blue marble", Fonte: NASA.
   
Por certo, vivemos num período de transição energética e dimensional e temos pouca clareza deste processo, contudo estamos indo em ondas coloridas para uma dimensão mais múltipla e fácil de se viver, onde teremos mais tempo para praticar nossos talentos e teremos mais espaço para viver a nossa vida em paz e fraternidade. 
      
    Curiosidade: O filme do diretor de cinema Mel Gibson Apocalypto, desvirtua totalmente a cultura Maya, evite-o como fonte de pesquisa.
    


sexta-feira, 30 de março de 2012

Essência da mente...

Fonte: Blog do Renascimento

"Por trás dos desejos e paixões mundanas que a mente abriga, acha-se latente, clara e incorruptível, a fundamental e verdadeira essência da mente." (Sakyamuni)




Aprendi algo esta semana lendo o livro de ouro da felicidade, de S.S. Dalai Lama que me consolou muito e quero dividir com os amigos assíduos deste Blog.

As palavras acima do Buda Sakyamuni diz que existe uma verdadeira essência, bem pura em nossa mente, que nada pode conspurcar ou violar.

Então, mesmo que tenhamos dificuldade em lidar com nossos desejos e apegos mundanos e com os venenos emocionais e mentais e que isto se manifeste em nosso dia-a-dia continuaremos protegidos no amago de nosso ser por esta verdade:

Temos sim, um núcleo claro, bom,  protegido e incorruptível  dentro de nossa mente e nada nem ninguém poderá afetar esta parte de nossa Alma. 
Om Tare!




Que todos  os seres sejam livres!
Que todos os seres sejam felizes!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Dharma...O livro de Ouro da Felicidade!

Flor de Lótus simboliza purificação, elevação e expansão espiritual.

Sobre o Dharma:
Segundo Sua Santidade o Dalai Lama na obra O Livro de Ouro da Felicidade, p.43, o Dharma significa levar disciplina a nossa mente!


Mas, como fazer isso? 


     Para começar precisamos aprender os mecanismos da meditação que são firmados no conhecimento, principalmente daqueles elementos que não devem fazer parte de nossa prática!  E, ao mesmo tempo devemos tornar claro  os elementos  essenciais para uma eficiente  dsiciplina da mente.

     Sabemos que lidar com a mente ou com os pensamentos não é algo fácil, por isso a nossa abordagem deve ser inteligente e eficaz.

    Ao longo deste desafio, de lidarmos com uma parte de nós tão sagaz e potencialmente tirana como a nossa mente, corremos o risco de nos apegamos a grupos e ritos, pretensamente orientadores de um processo de transformação, que mais  nos escravizarão do que nos  ajudarão a libertar-nos de nossas limitações e ignorâncias.

    Certamente, muitas vezes erraremos o caminho e nos apegaremos a métodos e maneiras pouco propícios ao nosso eficaz desenvolvimento. E, certamente, esta  busca torná-se nossa pior adversária, podendo nos levar a desvios e ações mundanas e até mesmo desastradas. Será necessário desenvolvermos o discernimento e o reconhecimento da mente clara.



Os Desvios do Caminho

    Sem querer e sem saber poderemos nos encher de artefatos e coisas que vão ocupar tempo e energia por demais do nosso ser, nos encaminhando para desvios cada vez maiores capazes de nos afastar de maneira séria de nosso propósito divino.

    Ás vezes, perde-se a noção real de que uma estátua é apenas uma estátua. E, isso ocorre quando empoderamos demasiadamente algo ou alguém, esquencendo-nos que um ser humano será sempre um ser humano e que um objeto sagrado é apenas um símbolo que serve para nos lembrar da existência do divino e que, na verdade, não é o divino corporizado e sim simbolizado.

    Lembro-me de uma história inesquecível que a Samvara Bodewig nos contou na ocasião do curso de aprofundamento na técnica do renascimento, Follow Up.  Ela nos narrou algumas passagens de sua experiência na organização da Multiuniversite de Poona, Índia. Um centro de meditação e educação transpessoal que agrega e divulga os ensinamentos do Osho.

   Ela nos lembrou que quando o Osho morreu houve uma grande cerimônia de cremação, que durou alguns dias e que muitas pessoas vieram à Poona, na Índia, para participar desta celebração.   

   Na ocasião, muitas destes sanyasis que vieram de lugares distantes queriam levar uma lembrança daquele momento tão significativo e comovente. Assim, a maioria que estava lá, pegou e guardou as cinzas da cremação, em vidrinhos e outros recipientes, para levarem com eles um pouco da energia do Osho.  
   
    Como não havia cinzas para todo mundo algumas pessoas tiveram a idéia de aumentar as suas cinzas com "estrume de vaca", seco e moído.

    Um tempo depois deste acontecimento, a Samvara foi convidada para visitar um ashram dedicado ao Osho. Era um lugar distante de Poona, mas já reconhecido e considerado um espaço de sanyasis voltado a prática dos ensinamentos do Osho. 

     Até aí tudo bem. Mas, como sabemos as curvas da estrada nos reservam surpresas. E o que aconteceu nesta visita de diferente foi que a Samvara vivênciou um fato surpreendente e até hilário, que acabou transformando-se  num grande ensinamento para ela e todos nós, certamente inspirado pelo próprio Osho.

     O caso é que chegando lá, ela presenciou algo que a fez tremer por dentro. Simplesmente, algumas pessoas curvavam-se diante do altar em adoração a  um vidrinho guardado dentro de uma caixa transparente. O pequeno vidro continha um pó que sería as supostas cinzas do Mestre Osho. 

     Mas, é claro que a Samvara sabia que aquelas cinzas não eram do Osho e sim merda de vaca moída e misturada as cinzas da pira funerária, pois as cinzas verdadeiras foram recolhidas antes pelos seguidores mais próximos, que estavam cuidando da cerimônia.

     É claro que as pessoas daquele lugar veneravam as cinzas no altar sem saberem que na verdade era "merda de vaca". Isso mesmo, adoravam merda de vaca! Eles adororavam adorar a merda da vaca e nimguém mais sabia como aquilo tinha começado.  


    Então, adorar "as cinzas do Osho no altar'  havia tornado-se um ritual que muitos comungavam como parte de suas práticas diárias de buscadores sanyasis.

    E, os ensinamentos do Osho naquele lugar havia transformado-se nisso: na merda da adoração da merda da vaca! - concluiu Samvara num misto de bom humor e sagacidade.

   Imediatamente,  nós que ouvíamos atentamente a  narrativa, caímos na risada. Era impossível não rir. Mas, com certeza não rimos de deboche e sim de espanto, alívio e alegria por termos a graça de sabermos que estaríamos prevenidos dali por diante:


    - Não cairíamos na tentação de adoramos as cinzas da bosta da vaca! Claro, acaso algum dia passássemos naquele lugar. Ufa!

     Eu sempre me lembro desta história e sei que foi a melhor maneira que a Samvara encontrou para nos ensinar uma abordagem clara e direta aos ensinamentos filosóficos do Osho.

    Penso que isso também serviu para desenvolver em mim a capacidade de discernimento em qualquer outra situação que me deparasse com a possibilidade de dar valor a coisa errada.

   Seja por ignorância ou ingenuidade muitas vezes adoramos a "merda da vaca' e esquecemos os verdadeiros ensinamentos dos verdadeiros mestres e educadores. Então, cuidemos para não ir adorando qualquer coisa dita sagrada por aí afora!

 
  O Espaço da Meditação

    No Budismo, por exemplo, a meditação é um ritual que envolve mudras, música, recitação de mantras, sessão de ensinamentos com professores qualificados, bem como o conhecimento de símbolos sagrados e expressões artísticas  como as pinturas de mandalas e outras manifestações que buscamnos ajudar a  atingir o estado búdico da mente iluminada.

  
    O símbolo tem valor  real ao nos conectar facilmente ao sagrado, como se fosse uma ponte ligando as duas margens opostas de um rio, porém quem se move e atravessa a ponte somos  nós e apenas e unicamente nós. 

    Vivemos de modo geral, de maneira linear, indo do passado para o futuro e do futuro para o passado; o tempo todo. E o presente?

    O presente não existe. E não existe simplesmente porque nossa mente está sempre ocupada com algo que já ocorreu ou que vai ocorrer levando a nossa atenção a nunca estar no presente, mesmo porque o momento presente é um lugar imóvel, inexistente, fugáz!

   Mas, num paradoxo bem humano podemos sim encontar o momento presente e a única maneira é através da meditação.

   A meditação é o único veículo que nos leva para o presente, para àquele lugar imóvel, sem pensamentos, repleto de não- ação, cheio de vazio. Um lugar capaz de nos inspirar a pausa criativa e a consciência da não- forma. É neste lugar que encontramos o espaço do presente, a manifestação e a compreensão do Tao.

     O tempo presente é um lugar parado, estático, meditativo. Estar neste lugar é abrir-se para a percepção da paz interior: um fenômeno único, natural e merecido. 

           A meditação serve para treinarmos  a  nossa mente de maneira mais disciplinada, tornando-a mais focada, serena e constante.

     Há muitas maneiras de nos disciplinarmos mentalmente sem  nos tornarmos pessoas rígidas e controladoras.

     A idéia aqui é que a qualidade da nossa vida interior melhore e que possamos alcançar a felicidade com mais facilidade e disciplina.



Fonte: http://www.studiogayatri.it/Lama%20Tashi%2004/Lama%20Tashi.htm
   Anote: A imagem acima representa o Buda Shakyamuni e no budismo aconselha-se a não ter figuras protetoras coléricas, caso não se tenha esta imagem junto ao seu altar de orações. 



Meditação no Budismo 

Mudra: concentração e visão


"O desenvolvimento de ilimitada benevolência universal para com todos os seres, que é chamada Metta-Bhavana, é de fundamental importância.



 Quando o budista se prepara para a meditação, primeiro purifica sua mente pela criação de pensamentos de amor e compaixão para todos os seres vivos, sem qualquer exceção, estejam perto ou distantes, sejam grandes ou pequenos, visíveis ou invisíveis, e ele dirige esses pensamentos a todos os quadrantes do Universo. 



Faz isso com compaixão e com altruísmo (alegra-se pelos conhecimentos e benefícios obtidos por outros) e, portanto, com equanimidade. 

Essas meditações são realizadas mediante pensamentos discursivos e, portanto, nos mais altos estados de compreensão. Essa prática dá calma, tranqüilidade, uma mente mais alerta e repousada e, assim, ajuda no que diz respeito à mais alta

prática do cultivo da Visão interior - Vipassana." 


( DHAMMAPADA - CAMINHO DA LEI).


Leia o Sutra do Girar a Roda do Darma, ensinamento realizado no Parque dos Cervos, perto de Benares- Índia, nos  fala do Samyutta-nikaya, onde as Quatro Nobre Verdades são descritas por Sakyamuni, ( século VII a.C.):

" Nascimento é sofrimento, velhice é sofrimento, doença é sofrimento, morte é sofrimento." (Buda Sakyamuni)
   

domingo, 18 de março de 2012

Palavras de Sabedoria

Para Meditar:

Fonte: veja.abril.com.br


"Descobri que o mais alto grau de paz interior decorre da prática do amor e da compaixão. Quanto mais nos importamos com a felicidade de nossos semelhantes, maior o nosso próprio bem-estar. Ao cultivarmos um sentimento profundo e carinhoso pelos outros, passamos automaticamente para um estado de serenidade. Esta é a principal fonte da felicidade." ( Dalai-Lama)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

2012 - Ano do Dragão!

O Ano de 2012 é o Ano do Dragão, que começa em 23 de janeiro de 2012 e termina em 09 de fevereiro de 2013.



Os Dragões Chineses são criaturas benevolentes que vivem nos céus e comandam o cosmos, os vento, a neblina, a chuva, o trovão e o relâmpago.

O Ano de 2012 regido pelo  Ano do Dragão Água trará oportunidades para despertar a nossa consciência mais elevada e poderemos eliminar a negatividade e as limitações da doença da vida de maneira mais concreta e vital.


fonte: otepsblogs.blogspot.com

 Os anos do dragão são cheio de pompa com festivais e celebrações elaboradas no Oriente, demonstrando o potencial para a extravagância, as ambições grandiosas e os  empreendimentos futuristas. 

A essência  do Dragão é a "imprevisibilidade", e este ano com certeza  vai ser desgastante, levando a muitas vitórias e algumas memoráveis ​​derrotas.

Abra-se para o divino aproveitando as asas do Dragão, mergulhe em sua busca interior com delicadeza e constancia.


Fonte: blog.egoddesscards.com

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Budismo e o Natal

Kwannon e o pequeno Budha.

O Natal é comemorado pelos cristãos do mundo inteiro no dia 25 de Dezembro, celebrando o nascimento de Jesus Cristo. A data foi oficializada pelos patronos da igreja, pois não houve um real consenso sobre a data de seu nascimento. Os cristão primitivos comemoravam a natividade em um grande festival em Maio, que também é o mês das Mães.


"Madonna Litta", Leonardo Da VInci


O menino Jesus nasceu na passagem da "Estrela de Belém" que, segundo o astrônomo britânico Colin Humprey, professor da Universidade de Cambridge,  teria sido um cometa que havia passado pela órbita da Terra cinco anos antes do início da Era Cristã. 

A partir destes cálculos o nascimento de Jesus ocorreu entre 13 e 27 de abril.

Sería muito interessante pensar que Jesus nasceu em Abril sabendo que no budismo o nascimento de Budha Shakyamuni é comemorado no dia 08 de Abril.

Jesus e Budha com certeza eram um modelo de amor e iluminação e traziam em si  as virtudes do bodhisattva, repletos de bondade, compaixão e vigor.

Que possamos neste Natal de 2011 comungar das virtudes solares dos boddhisattvas!



Iesu Bosalnim, o Bodhisattva Jesus (Japonês).
 
 
Feliz Natal a Todos!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Método Rosen

"Se você soltar o que existe dentro de você, o que você soltar vai salvá-lo. Se você não soltar o que  existe dentro de você, o que você não soltar vai destruí-lo."


Imagem: nrocha


O Método Rosen é uma terapia desenvolvida pela alemã Marion Rosen que liberta por meio de toques suaves.

Na década de 1930, Marion estudou respiração e relaxamento, em Munique, Alemanha, com Lucy Heyer especialista em terapias corporais. Posteriormente, formou-se em Fisioterapia e desenvolveu o Método Rosen.

A terapia visa liberar  velhos padrões, memórias negativas e traumas que ficam guardados no corpo conforme a repressão sofrida nas várias idades da vida.


Conheça:



quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Iniciação Kalachakra

Na madrugada do dia 01.11.11, eu recebi um sonho poderoso e depois de muito refletir conclui que este sonho significava entre outras coisas a necessidade de divulgarmos mais a Iniciação de Kalachakra.


Mandala Kalachakra




História do Kalachakra


 O Kalachakra, (exposição da roda do tempo), foi inicialmente entregue pelo Buda  Shakyamuni dia 15 do mês 03, depois de ter atingido a iluminação. O Seu sermão filosófico foi entregue na Montanha do "Pico do Abutre", em Rajagriha (atualmente Rajgir,  Bihar-Índia), a um grupo de discípulos, entre os quais estava o rei Suchandra, que então ensinado a muitos de seus súditos no conhecimento da roda do tempo. Buda também se manifesta como a Kalachakra divindade na Stupa Dhanyakataka Sri em Amaravati e passou seus ensinamentos divinos.


Chagdud Tulku Rinpoche no Pico do Abutre, India.

A Origem do Kalachakra

De acordo com o Tantra Kalachakra, O rei Suchandra (tibetano Dawa Sangpo) do Reino da Terra Pura  de Shambhala  perguntou ao Buda  sobre os ensinamento da prática do Dharma. Ele queria praticar o Dharma sem ter que abrir mão de suas responsabilidades e prazeres mundanos.

Então, em resposta, Buda Shakyamuni no século VI a.C., ensinou Kalachakra ao rei Suchandra e mais 96 reis menores e emissários. E, ao mesmo tempo, Buda Shakyamuni entregava o discurso dos Sutras Prajnaparamita,  no Monte Pico do Abutre, em Bihar, India.

O tantra raiz Kalachakra, primeiro foi ensinado em  Dhanyakataka (Palden Drepung em tibetano, próximo à atual Amaravati), uma pequena cidade no estado de Andhra Pradesh, no sudeste da Índia.

 Os ensinamentos de Kalachakram, interpretados em três níveis - externo, interno e alternativo - ficaram em Shambhala e lá permaneceram  com exclusividade por centenas de anos. Posteriormente, Pundarika Manjushrikirti condensou os ensinamentos sob o nome de Sri Kalachakra ou Laghutantra, e seu comentário principal, Vimalaprabha, ainda hoje, representa o coração da literatura Kalachakra.


O Tantra de Kalachakra é propriamente conhecido como o Laghutantra Kalachakra, e diz que esta é uma versão resumida do texto original, o Mulatantra Kalachakra, a qual não existe mais. Alguns mestres budistas afirmam que Kalachakra é o mais avançado prática Vajrayana existente, e é certamente um dos sistemas mais complexos dentro budismo tântrico.



Kalachakra: exposição da roda do tempo?

 Em sânscrito, o vocábulo tempo é  kala. E, kala também significa morte, fim ou destruição de um ciclo cósmico.
O termo Kalachacra se refere tanto à divindade tântrica Kalachakra (tibetano yidam) como a filosofia Vajrayana que são práticas de meditação contidas no Tantra Kalachakra e os comentários escritos.


Os Ensinamentos: externo, interno e alternativo

 O Kalachakra externo se refere ao mundo físico, aos elementos do universo e às leis do tempo e do espaço, lidando com a astronomia, astrologia e matemática.

O Kalachakra interno corresponde aos elementos do corpo, aos agregados psicofísicos, às capacidades físicas e psíquicas, lidando com a fisiologia tântrica e com o sistema de energia do corpo humano.

O Kalachakra alternativo lida com a base, o caminho e o resultado das yogas, ou meditações, que conduzem ao estado iluminado da divindade Kalachakra e de sua mandala. Deste modo, a prática do Kalachakra alternativo purifica os Kalachakras externo e interno.


Fonte: qiedz.com.br


Na Mandala há 722 divindades, simbolizando os várias aspectos da consciência e da realidade que constituem a sabedoria de Kalachakra. Interpretar  todos estes símbolos equivale a ler e compreender toda a imensidão de ensinamentos do Kalachakra Tantra.


 Dalai Lama e o Kalachacra

Geralmente, Sua Santidade o Dalai Lama lidera a divulgação dos ensinamentos e das cerimônia de Kalachakra, onde geralmente uma mandala santa é criado e desmantelada, em meio a cerimônias de oração e rituais religiosos budistas.

 Segundo, Sua Santidade o mais importante nas iniciações de Kalachacra não são os rituais e sim  o  entendimento dos ensinamentos como práticas de Dharma coerentes e vinculados ao século em que vivemos.










Visite:

Festival Kalachakra, 2012;

http://www.berzinarchives.com/web/pt/archives/advanced/tantra/level1_getting_started/meaning_use_mandala.html

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Sincronicidade e Tarot

"O Mundo" - Tarot Mitológico

A Nova Era  tem trabalhado muito com a idéia de sincronicidade, um conceito desenvolvido por Carl Gustav Jung para definir acontecimentos que se relacionam não por causalidade e sim por relação de uma "coincidência significativa".

A conexão da Ciência Quântica com conceitos como a não-localidade e a causalidade, levou-a a ligar-se de uma forma mais profunda com vários conceitos filosóficos, psicológicos e espirituais.

Segundo, Jung há quatro funções psicológicas  fundamentais, que são:  pensamento, sentimento, sensação e intuição.

Estas funções colaboram entre si para encontrarmos a sincronicidade em nossa vida e  consequentemente nos possibilita a escolha do melhor caminho a seguir naquele momento.

As artes divinatórias tem a capacidade de funcionar como um catalizador e um revelador desta capacidade de sincronicidade que temos naturalmente.

 Então, através das cartas do Tarot, juntamente com o conhecimento da Cabala, da Astrologia, da Geomância ou do I Ching, poderemos ampliar a nossa percepção do mundo cotidiano e do mundo extraordinário que nos cerca, abrindo portais para que a psique se manifeste e nos guie pelos caminhos iniciáticos internos e externos, além do Espaço -Tempo.

Eu posso afirmar que quando jogamos o Tarot, na verdade fazemos uma imersão em direção aos significados ocultos do mundo invisível que nos cerca e que esta ditando muitas vezes as nossas escolhas.

A verdade é que devemos lembrar que tudo o que queremos realmente é estarmos no lugar certo na hora certa e isso só ocorre quando desenvolvemos a capacidade de percebermos a sincronicidade acontecendo no aqui-agora, independente do grau de consciência adquirida até o momento.

Carl Jung  desenvolveu o conceito de inconsciente coletivo e arquétipo para mapear uma mitologia pessoal e coletiva, que se manifesta para além do ego e da sobrevivência humana.

Por exemplo, em um jogo de tarot, contatamos com algo que há em nós, uma sabedoria que não sabíamos que estava ali. Acionamos o guia interno, a mestra ou o Self que nos faz escolher cartas (Arcanos), que dialogam e revelam o caminho a seguir de maneira fácil e sincrônica.

Então, na verdade não precisamos ser sensitivos ou clarividentes manifestos para jogarmos Tarot.
O que precisamos é desenvolver o pensamento, o sentimento, a sensação e a intuição para uma leitura aberta do Self contatado, que amplia-se num campo de energia organizado pelas cartas escolhidas naquele momento e que exemplificam as forças do universo que guiam a situação vivida nos possibilitando uma revelação. E, isto é um conforto!

"A Sacerdotisa" - Tarot Mitológico


Indicação de Leitura:

 "Jung e o Tarot", Sallie Nichols.

      "Tarô e Individuação", Dra. Irene Gad.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Curso de Iniciação aos Sistemas Divinatórios: Tarot

Perséfone: Símbolo da Iniciação


I Parte: Curso de Tarot

Parte Teórica:

- Estudo de Mitologia e os Arquétipos pessoais;
- Introdução ao simbolismo e objetos ritualísticos de poder;
- Iniciação aos clássicos sistemas de leitura de cartas, através do Tarot de Marselhe, Mitológico e cigano.
- Estudo astrológico aplicado a leitura dos Arcanos Maiores do Tarot;

Parte Prática:

- Iniciação aos Templos da Mãe Divina e as energias divinatórias;
- Visualização criativa e vibração dimensional;
- Técnicas de respiração prânica e clarividência;
- Meditação para acessar os arquivos akáshicos;

II Parte:Tarot e Corpo Bioenergético

- Introdução ao simbolismo e objetos ritualísticos de poder;
- Experiências multidimensionais e limpeza de canais de poder (chacras);
- Limpeza e purificação de padrões limitadores;
- Respiração prânica e liberação de padrões;
- Prática em jogar Tarot e leitura áurica;


Turma Ametista: Aos sábados, encontros quinzenais, das 15h ás 18h;
(Total de  09 encontros).

Vagas: por ordem de inscrição.

Início: 05 de Maio de 2012 (Ritual de Wesak)
Término: 18 de Agosto 2012 (Ritual da Lua Nova)

Ministrante: Neusa Rocha
Terapeuta Renascedora, sensitiva e Taróloga.



Valores e outras informações ( curso, material de apoio e local):

consultar
cursodeiniciacaotarot@gmail.com